Saturday, October 31, 2009

Aula de filosofia




-Um professor de filosofia, parou na frente da classe e sem dizer uma
palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com
bolas de gude. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro
estava cheio.

-Todos disseram que sim.

-Ele então, pegou uma caixa com pedrinhas bem pequenas, jogou-as dentro do
vidro agitando levemente. As pedrinhas rolaram para os
espaços entre as bolas de gude.

-Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

-Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

-Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o
restante.

-Olhando calmamente para a classe o professor disse: Quero que entendam, que
isto, simboliza a vida de cada um de vocês.

1º. As bolas de gude.

São as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus
filhos, coisas que preenchem a vida.

2º As pedrinhas.

São as outras coisas que importam: como o emprego, a casa, o carro...

3º A areia.

Representa o resto: as coisas pequenas....

* Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não
caberá as bolas de gude e as pedrinhas...

- O mesmo vale para suas vidas.
Priorizem, cuidar das "bolas de gude", do que
é realmente importante, depois, estabeleçam a ordem dos
demais objetivos, pois o resto é só areia!

Após ouvirem mensagem tão profunda, um aluno passou alguns
segundos em profunda reflexão, e, perguntou ao professor se
poderia pegar o pote de vidro, que todos acreditavam estar
cheio, e fez novamente a pergunta:

- Vocês concordam que o vidro está realmente cheio?
- Todos responderam que sim, inclusive o professor.

Então, ele derramou uma lata de CERVEJA dentro do vidro.

A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços
restantes, fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio.

Todos, alunos e professor, ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno.

- Então, o aluno finalmente explicou:

"NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS, SEMPRE HAVERÁ ESPAÇO PARA UMA
CERVEJINHA".

Friday, October 16, 2009

Circuito Jovem de Leitura- Ciranda de Hist�rias

Ciranda de Hist�rias

Dia 20 de outubro, �s 10 horas- Conta��o de hist�ria com o grupo KANINGAWA

Biblioteca Popular Carlos Drummond de Andrade / Max Feffer

Rua S� Ferreira, 80 - Copacabana tel: 2227-0783

Dia 27 de outubro, �s 15 hors- Conta��o de hist�ria com o grupo

SAPOTI

Biblioteca Popular Lucia Beneditti

Pra�a M�rio Saraiva s/n Jardim Sulacap tel: 33572473

Sunday, October 11, 2009

Encontro com o escritor Geraldo Carneiro

13/10, 15h

Encontro com o escritor GERALDO CARNEIRO

na Biblioteca Popular Municipal Carlos Drummond de Andrade/Max Feffer

End: Rua Sá Ferreira, 80 – Copacabana – Tel: 2227-0783/2267-5561
Participou ativamente da geração de poetas da chamada “poesia marginal” (da qual sempre se considerou marginal), tendo estreado em livro quando ainda estudante de Letras na PUC-RJ, em 1974, ao lado dos poetas Cacaso, Francisco Alvim, João Carlos Pádua e Roberto Schwarz, pela coleção Frenesi, à qual o poeta deu nome, inspirado num filme de Hitchcock. Publicou posteriormente os livros Verão Vagabundo (80), Piquenique em Xanadu (1988, Prêmio Lei Sarney de Melhor Livro de Poesia do Ano, conferido por um júri presidido pelo crítico Antonio Candido de Mello e Souza), Pandemônio (93), Folias Metafísicas (95), Por Mares Nunca Dantes (2000), Lira dos Cinquent’anos (2002) e Balada do Impostor (2006).

Publicou os livros de prosa Vinicius de Moraes: a Fala da Paixão (Ed. Brasiliense, 1984) e Leblon: a Crônica dos Anos Loucos (RioArte-Relume-Dumará. 1966).

Traduziu sonetos de William Shakespeare, na coletânea Sonhos da Insônia (1977), publicada em parceria com Carlito Azevedo

É parceiro de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Francis Hime, Wagner Tiso, John Neschling, Nando Carneiro e outros compositores, cujas músicas foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais, além dos acima mencionados, Ney Matogrosso, Lenine, Michel Legrand, Olívia Byington, Zé Renato, Olívia Hime, Cauby Peixoto, Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Gal Costa, As Frenéticas, Jane Duboc e Zezé Motta
Para o teatro escreveu Lola Moreno, parceria com Bráulio Pedroso (encenada em 1979 e 1982), Folias do Coração e Apenas Bons Amigos, parceria com Miguel Falabella, ambas encenadas em 1983; Divina Increnca e A Bandeira dos Cinco Mil Réis, ambas encenadas em 1986; Manu Çaruê (ópera performática com música de Wagner Tiso, encenada em 1992), Iluminada, 1992.

Traduziu A Tempestade, de W. Shakespeare (encenada em 1982 e 1983 e publicada em 1991); adaptou Como Gostais, do mesmo autor (encenada em 1985 e publicada em 1986), além de Lúcia McCartney, de Rubem Fonseca 1987), Lulu, de Frank Wedekind (1989) e As 1001 Noites (1991). Do mesmo Shakespeare, traduziu ainda Antonio e Cleópatra (encenada em 2005) e Trabalhos de Amor Perdidos.

Como roteirista, escreveu Sônia: Morta & Viva, de Sérgio Waissman (Tucano de Ouro do FestRio II), Eternamente Pagu (em parceria com Márcia de Almeida), O Judeu (em parceria com Millor Fernandes). Para a TV, adaptou diversas obras literárias para a série Brasil Especial (entre as quais O Santo que não acreditava em Deus, depois refilmada por Cacá Diegues como Deus é Brasileiro, A Desinibida do Grajaú, Lúcia McCartney e O Compadre de Ogum ), escreveu as minisséries Tudo em Cima, exibida em 1985, e O Sorriso do Lagarto (adaptação do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro), exibida em 1991, participou da criação do programa Tamanho Família e da série Você Decide, da qual foi supervisor de texto. Escreve a série para TV Faça sua História em parceria com João Ubaldo Ribeiro.

Conto com a presença de voces, e se possivel com a divulgação do evento,
Beijos,

Friday, October 09, 2009

Dica de prgrama para assistir no feriado na TV Brasil

SEGUNDA-FEIRA, 12 DE OUTUBRO

De L� pra C� - 22h
Anita Garibaldi

O programa desta semana traz a hist�ria de Ana Maria de Jesus Ribeiro, Anita Garibaldi. Anita deixou seu marido, um sapateiro, para participar da Revolu��o Farroupilha onde conheceu Giuseppe Garibaldi. Foram dez anos de aventuras ao seu lado: batalhas, fugas, cavalgadas e tiroteios por terra, mares e rios. Tudo isso entre dois continentes, tr�s pa�ses e muitas cidades. O marido, Giuseppe Garibaldi, foi um guerreiro em tempo integral e dono de um car�ter rom�ntico. Anita morreu aos 28 anos, em Mandriole, na It�lia.
Para comentar sobre a vida desta personagem, considerada uma das maiores hero�nas brasileiras, o De L� pra C� vai entrevistar Paulo Markun, presidente da TV Cultura, que escreveu um livro sobre a vida de Anita. Outros convidados s�o a historiadora Schuma Schumacher , Jos� Cust�dio, autor de uma hist�ria em quadrinhos sobre Anita Garibaldi; e Ant�nio Carlos Marega, historiador da cidade de Laguna (SC), terra natal de Anita.
Apresenta��o Ancelmo Gois e Vera Barroso.
Produ��o executiva Tathiana Targine.
Roteiro Marcio Parente.
Dire��o Carolina S�.
Dire��o geral Jos� Araripe Jr.
Domingo, 18h.
Livre

Friday, September 25, 2009

Halloween- Dia das Bruxas

No dia 31 de outubro, em grande parte dos países orientais, comemo-se o " Dia das bruxas" ou Halloween, seu nome original. A festa mais representativa é nos Estados Unidos. Ela chegou a esse país através dos imigrantes irlandeses, nos meados do século XIX. O Halloween é uma festa que remonta mais de 2 500 anos.

No último dia de verão (31 de outubro), acreditavam os celtas, que os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Os celtas, colocavam em suas casa, objetos assustadores, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas e esculpidas com feições horrorosas, para assustar os fantamas e dessa forma, evitar serem possuidos.

Durante a idade média, a festa foi condenada, por ser uma festa pagã, e passou a ser chamada de "Dia das Bruxas". Dia em que eram caçados todos os que comemoravam a festa, e eram queimados na fogueira da Inquisição.

O Dia de Finados (2 de novembro), da Igreja Católica, foi uma cristianização do Halloween, como forma de diminuir as influências pagã na Europa Medieval.

Com o tempo essa festa passou a ser folclórica, e comemorada com muitas brincadeiras.

Para saber mais sobre esse dia clique em baixo:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas


Gifs Animados

Friday, September 18, 2009

E mais... Olavo Bilac

S� (Olavo Bilac)

Este que um Deus cruel arremessou � vida
Marcando com um sinal da sua maldi��o
Este que desabrochou com uma erva m�
Nascida apenas para os p�s ser calcada no ch�o.
De motejo em motejo arrasta a alma ferida
Sem const�ncia no amor dentro do cora��o,
Sente, crespa crescer a selva retorcida
Dos pensamentos maus, filhos da solid�o.
Longos dias sem sol. Noites de eterno luto.
Alma cega, perdida �-toa no caminho,
Roto casco de nau desprezado no mar
E �rvore acabar� sem nunca dar um fruto.
E homem h� de morrer como viveu:
Sozinho, sem ar, sem luz, sem Deus
Sem f�, sem p�o, sem lar.

A Boneca (Olavo Bilac)

Deixando a bola e a peteca,
Com que inda h� pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: "� minha!"
- "� minha!" a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. J� tinha
Toda a roupa estra�alhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando � bola e � peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca ...

Um Beijo (Olavo Bilac)

Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Gl�ria e tormento,
contigo � luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo n�o te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu pr�mio e meu castigo,
batismo e extrema-un��o, naquele instante
por que, feliz, eu n�o morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perp�tua saudade de um minuto...

Inania Verba (Olavo Bilac)

Ah! quem h� de exprimir, alma impotente e escrava,
O que a boca n�o diz, o que a m�o n�o escreve?
- Ardes, sangras, pregada � tua cruz e, em breve,
Olhas, desfeito em lodo, o que te deslumbrava...
O Pensamento ferve, e � um turbilh�o de lava:
A Forma, fria e espessa, � um sepulcro de neve...
E a Palavra pesada, abafa a Id�ia leve,
Que, perfume e clar�o, refulgia e voava.
Quem o molde achar� para a express�o de tudo?
Ai! quem h� de dizer as �nsias infinitas
Do sonho? e o c�u que foge � m�o que se levanta?
E a ira muda? e o asco mudo? e o desespero mudo?
E as palavras de f� que nunca foram ditas?
E as confiss�es de amor que morrem na garganta?

Mais de Olavo Bilac

Deixa o Olhar do Mundo (Olavo Bilac)

Deixa que o olhar do mundo enfim devasse
Teu grande amor que � teu maior segredo!
Que terias perdido, se, mais cedo,
Todo o afeto que sentes se mostrasse?
Basta de enganos!
Mostra-me sem medo
Aos homens, afrontando-os face a face:
Quero que os homens todos, quando eu passe,
Invejosos, apontem-me com o dedo.
Olha: n�o posso mais!
Ando t�o cheio
Deste amor, que minh'alma se consome
De te exaltar aos olhos do universo...
Ou�o em tudo teu nome, em tudo o leio:
E, fatigado de calar teu nome,
Quase o revelo no final de um verso.

Em Mim Tamb�m (Olavo Bilac)

Em mim tamb�m, que descuidado vistes,
Encantado e aumentando o pr�prio encanto,
Tereis notado que outras cousas canto
Muito diversas das que outrora ouvistes.
Mas amastes, sem d�vida ... Portanto,
Meditai nas tristezas que sentistes:
Que eu, por mim, n�o conhe�o cousas tristes,
Que mais aflijam, que torturem tanto.
Quem ama inventa as penas em que vive;
E, em lugar de acalmar as penas, antes
Busca novo pesar com que as avive.
Pois sabei que � por isso que assim ando:
que � dos loucos somente e dos amantes
na maior alegria andar chorando

Primavera (Olavo Bilac)

Ah! quem nos dera que isso, como outrora,
inda nos comovesse! Ah! quem nos dera
que inda juntos pudessemos agora
ver o desabrochar da primavera!
Sa�amos com os passaros e a aurora,
e, no ch�o, sobre os troncos cheios de hera,
sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"
E esse corpo de rosa recendia,
e aos meus beijos de fogo palpitava,
alquebrado de amor e de cansaco....
A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera...E eu te levava,
primavera de carne, pelo bra�o!

Remorso (Olavo Bilac)

�s vezes, uma dor me desespera...
Nestas �nsias e d�vidas em que ando.
Cismo e pade�o, neste outono, quando
Calculo o que perdi na primavera.
Versos e amores sufoquei calando,
Sem os gozar numa explos�o sincera...
Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera
Mais viver, mais penar e amar cantando!
Sinto o que desperdicei na juventude;
Choro, neste come�o de velhice,
M�rtir da hipocrisia ou da virtude,
Os beijos que n�o tive por tolice,
Por timidez o que sofrer n�o pude,
E por pudor os versos que n�o disse!

Ao Cora��o Que Sofre (Olavo Bilac)

Ao cora��o que sofre, separado
Do teu, no ex�lio em que a chorar me vejo,
N�o basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
N�o me basta saber que sou amado,
Nem s� desejo o teu amor: desejo
Ter nos bra�os teu corpo delicado,
Ter na boca a do�ura de teu beijo.
E as justas ambi��es que me consomem
N�o me envergonham: pois maior baixeza
N�o h� que a terra pelo c�u trocar;
E mais eleva o cora��o de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.

Velhas �rvores (Olavo Bilac)

Olha estas velhas �rvores, mais belas
Do que as �rvores mo�as, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, � sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
N�o choremos, amigo, a mocidade!
Envelhe�amos rindo. Envelhe�amos
Como as �rvores fortes envelhecem,
Na gl�ria de alegria e da bondade,
Agasalhando os p�ssaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Ouvir Estrelas (Olavo Bilac)

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muitas vezes desperto
E abro as janelas, p�lido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-l�ctea, como um p�lio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo c�u deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando est�o contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entend�-las!
Pois s� quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."

Tuesday, May 19, 2009

Encontro Literário na Biblioteca Municipal de Botafogo Machado de Assis

Na quinta-feira 21 de maio de 2009 às 15h, haverá um encontro literário na Biblioteca Municipal de Botafogo Machado de Assis, com o tema "CORA CORALINA".

O evento tem a coordenação de Lygia Simonato e Helena M.R.Souza.

A Biblioteca de Botafogo Machado de Assis fica na Rua Farani,53. Na praça em frente a Universidade Santa Úrsula. Para quem vem pela Praia de Botafogo, o ponto de referencia é atrás do Consulado da Argentina.

ENTRADA FRANCA.

Saturday, February 28, 2009

Saramandaia | Videolog - Solução de qualidade para compartilhamento de vídeos

Link

Essa é uma das novelas mais interessantes que já houve. Novela "realidade fantástica" e a trilha sonora é maravilhosa.

Friday, January 16, 2009

Minha Tia 2 a mesma minhatia: Fim de férias

Minha Tia 2 a mesma minhatia: Fim de férias

sgomescarneiro.suaminhatia@picasaweb.com

Livros

Para quem gosta de boa leitura, acabei de localizar o site do Instituto Ecofuturo, onde disponibilizam uma coleção enorme de livros de dominio público.

É tudo muito simples, siga o link e escolha o título, pronto é só baixar.

Boa leitura.

http://www.ecofuturo.org.br/comunicacao/livros-de-dominio-publico

Sunday, November 16, 2008




Cinema Roxi na Av. Copacabana na década de 60. Nessa época o cinema era uma sala única de exibições. Hoje no mesmo espaço são três salas. Era o tempo das grandes salas. Costuma-se dizer que, quando a sala tinha no nome "cinema", eram grandes espaços, e quando chamam-se de "cine" tinham poucos lugares. Hoje, o Roxi com seus tres "pequenos" espaços, ainda é um dos maiores cinemas do Rio de Janeiro.

Sunday, November 02, 2008

Consulta Remédios - Consulte Preços de Medicamentos e compare com os Genéricos

Consulta Remédios - Consulte Preços de Medicamentos e compare com os Genéricos
é só colocar o nome do medicamento e vc localiza marcas e genéricos, com preços de mercado em várias cidades. aqui vc começa pela história dos genéricos.

Saturday, October 25, 2008

ABL - Machado de Assis

Machado de Assis foi um dos maiores escritores brasileiros. Nascido em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, faleceu em 29 de setembro de 1908. Foi escritor, jornalista, contista e muito mais. Suas obras passaram por quase todos os gêneros literários, parnasianismo, indianismo, romance e outros. Escreveu várias crônicas. Contos Fluminenses é uma coletânea de cronicas do dia a dia da cidade do Rio de Janeiro, onde o leitor pode ver e sentir o Rio de Machado. Ele é um escritor que envolve o leitor, de uma maneira tão intensa, que de leitor passamos a espectador. Muita vezes nos sentimos como se estivessemos conversando ou quem sabe sentados na mesma sala com seus personagens. Se você gosta de Machado vá fazer uma visitinha no site da Academia Brasileira de Letras, o site oficial de Machado de Assis. É só seguir o link. Boa leitura.

ABL - Machado de Assis

Rio que mora no mar: No bairro da Glória...

Rio que mora no mar: No bairro da Glória...
Esse é um blog interessante para quem gosta do Rio. Li algumas coisas e gostei muito.